sexta-feira, 6 de julho de 2007

Ciúme

Ciúme

Eu quero levar uma vida moderninha
Deixar minha menininha sair sozinha
Não ser machista e não bancar o possessivo
Ser mais seguro e não ser tão impulsivo
Mas eu me mordo de ciúme
Mas eu me mordo de ciúme
Meu bem me deixa sempre muito à vontade
Ela me diz que é muito bom ter liberdade
Que não há mal nenhum em ter outra amizade
E que brigar por isso é muita crueldade

Se é que do amor os ciúmes são filhos segundo é fama; eles aumentam deste amor a chama, a glória, o brilho. (Cervantes)
Aiaiaiaiaai......

2 comentários:

Anônimo disse...

Quem consegue amar e não ter ciúmes? Sinceramente nunca conheci alguém que fosse assim, pois se você ama, você terá ciúmes, mas aquele ciúme que protege não aquele exagerado.

Paloma disse...

Ciúmes??? rs
Aquele que corrói a alma, que consome os dias eternos, que teimam em não passar... Ah, o ciúmes, que cega as vistas, que molham as mãos... Esse eu não quero sentir não.
Porém aquele ciuminho pequetitinho que não deixa de percorrer a alma, é gostoso de sentir.
Acho que sua intensidade varia de acordo com a segurança que o outro lhe transmite.
Um Beijo